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12 de Maio - Dia da Enfermeira.

International Nurses Day is celebrated around the world every May 12, the anniversary of Florence Nightingale's birth.

You can find information about Florence Nightingale on the Florence Nightingale International Foundation (FNIF) web site and the Girl Child Education Fund.

Registered Nurse (RN)

A nurse holding an Associate, BSN, or Hospital Diploma degree who is licensed to practice nursing by the state authority after qualifying for registration.
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Thursday, May 31, 2012

Infarto agudo do miocárdio


Infarto agudo do miocárdio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Infarto agudo do miocárdio
Star of life caution.svg Aviso médico
Classificação e recursos externos
AMI scheme.png
Infarto do miocárdio na ponta da parede anterior do coração - um infarto apical - após a oclusão de um ramo da art. coronária esquerda. LCA é art. coronária esquerda, e a art. coronária direita é a sigla RCA.
CID-10I21-I22
CID-9410
DiseasesDB8664
MedlinePlus000195
Infarto agudo do miocárdio (IAM) ou enfarte agudo do miocárdio (EAM), popularmente e erroneamente conhecido como ataque cardíaco (um erro popular na interpretação do termo médico taquicardia), é um processo de necrose (morte do tecido) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigênio.
É causado pela redução do fluxo sanguíneo coronariano de magnitude e duração suficiente para não ser compensado pelas reservas orgânicas.
A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de aporte sanguíneo) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária. A oclusão se dá em geral pela formação de um coágulo sobre uma área previamente comprometida por aterosclerose causando estreitamentos luminais de dimensões variadas.
O diagnóstico definitivo de um infarto depende da demonstração da morte celular. Este diagnóstico é feito de maneira indireta, por sintomas que a pessoa sente, por sinais que surgem em seu corpo, por alterações em um eletrocardiograma e por alterações de certas substâncias (marcadores de lesão miocárdica) no sangue.
O tratamento busca diminuir o tamanho do infarto e reduzir as complicações pós infarto. Envolve cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos chamados invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes quando a localização e tamanho podem ser afetadas, e resposta de cada pessoa ao infarto ser particular.
Entre os testes de diagnóstico para a detecção de danos do músculo cardíaco disponíveis estão o eletrocardiograma (ECG), o raio X do peito, e vários exames de sangue. Os marcadores mais usados são a fração de creatinofosfoquinase-MB (CK-MB) e de níveis de troponina. O tratamento imediato nos casos de suspeita de infarto agudo do miocárdio inclui oxigênio, aspirina e nitroglicerina sublingual. Se adicional alívio para a dor é necessário, sulfato de morfina deve ser evitado. Uma pesquisa recente mostrou que a morfina realmente aumenta a mortalidade em síndromes coronarianas agudas. Dados obtidos na Carolina do Norte, pela Duke University, demonstraram que de todos os pacientes internados em um hospital com síndrome coronariana aguda (dor no peito) na Carolina do Norte, os que receberam morfina tiveram um aumento de 40% na mortalidade. A morfina foi removida pelas diretrizes da American Heart Association para síndrome coronariana aguda desde então.[1] A revisão de 2009 sobre o uso de alto fluxo de oxigênio para o tratamento de infarto do miocárdio concluiu que a administração de alto fluxo de oxigênio aumentou a mortalidade e o tamanho do infarto, pondo em causa a recomendação para o seu uso rotineiro.[2]
O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de infarto e mais precoce o seu tratamento.
Epidemiologia
O enfarte agudo do miocárdio é a principal causa de morte nos países industrializados. Das mortes resultantes de enfarte, a maior parte é rápida, na primeira hora, em geral por uma arritmia severa denominada Fibrilação ventricular. Nos Estados Unidos, cerca de 25% das mortes são devidas a este problema, o que dá um número absoluto em torno de um milhão e quinhentas mil pessoas a cada ano. Um em cada 25 pacientes com alta hospitalar morre no primeiro ano pós enfarte. A mortalidade pós enfarte é diferente conforme a faixa etária, sendo maior nas faixas etárias mais avançadas.
Cerca de 60% dos óbitos acontecem na primeira hora após início dos sintomas[3]

[editar] Fisiopatologia

Lesão da artéria coronária
O suprimento de sangue para o coração é feito através das artérias coronárias, que surgem diretamente da artéria aorta na valva aórtica, preferencialmente chamada de valva semilunar aórtica ou valva semilunar esquerda. São duas as principais artérias coronárias: a artéria coronária direita e a artéria coronária esquerda que logo se bifurca em duas grandes artérias, a artéria descendente anterior e artéria circunflexa.
A interrupção do suprimento ou fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco é causada pela obstrução de uma artéria coronária ou de um de seus ramos.
A obstrução é causada mais frequentemente pela formação de um coágulo (ou trombo) sanguíneo sobre uma placa aterosclerótica no interior de uma das artérias coronárias.
Este trombo costuma ocorrer sobre uma placa aterosclerótica que sofreu alguma alteração, como a formação de uma úlcera ou a ruptura parcial da placa. Esta placa, antes da alteração que a instabilizou, pode ser suficientemente pequena para passar despercebida pelos métodos habituais de diagnóstico. Ou seja, um paciente com "exames normais" pode vir a ter um infarto do miocárdio por um processo muito breve, as vezes de poucos minutos.
Uma placa é considerada vulnerável (ou imatura) quando apresenta risco de ruptura. Quando a placa apresenta uma cápsula espessa (placa madura) torna-se menos propensa a ruptura. Não existe um método aceito para determinar qual placa é vulnerável e qual não, mas, após necrópsias, se verificou que as placas com propensão a romper costumam ter mais conteúdo de lipídeos e menos fibrose.
Quando ocorre a ruptura da placa, existe exposição de colágeno e fragmentos de tecido conjuntivo da região subendotelial. As plaquetas, células do sangue, se aderem e se agregam ao local da ruptura. As plaquetas liberam substâncias que desencadeiam o processo de coagulação, resultando na formação do trombo.

[editar] Consequências da oclusão

A falta de circulação impede a chegada de nutrientes e de oxigênio (isquemia) ao território arterial a jusante. A isquemia determina redução imediata e progressiva da contratilidade do miocárdio. A dinâmica da movimentação normal de íons, em especial potássio, cálcio e sódio, começa a se alterar. Isto gera uma instabilidade elétrica.
Como o ritmo cardíaco depende deste fluxo de íons e elétrons, podem ocorrer arritmias já precocemente no infarto. A morte nesta fase do infarto não costuma ser por que não existe força nos músculos, mas por que os músculos perdem a capacidade de trabalhar coordenados, tornando-se ineficientes. São músicos sem maestro.
A partir de 20 minutos de oclusão, parcelas progressivamente maiores do miocárdio entram irreversivelmente em necrose. Essa inicia-se na região subendocárdica, metabolicamente mais ativa, estendendo-se para a epicárdica sob a forma de uma "onda de necrose", completando-se em cerca de 6 horas.
Na ausência de adequada circulação colateral, 50% da massa miocárdica em risco sofre necrose na primeira hora e 70% em 3 a 4 hs.

[editar] Remodelação ventricular

O grau de disfunção ventricular esquerda é um dos fatores de risco mais importantes na sobrevida pós IAM. Cerca de 30% a 50% dos pacientes apresentam sinais de dilatação ventricular, dependendo do local e extensão do infarto, da perviabilidade ou não da artéria ocluída, da intensidade da circulação colateral e dos fatores que aumentam a tensão ventricular.
A remodelação começa dentro de horas e continua por vários meses, mesmo após a cicatrização histológica da área infartada, a qual dura de seis semanas a seis meses. No processo de remodelação observa-se a expansão da área infartada, fenômeno precursor de aneurisma ventricular. Essa remodelação dependerá do tamanho e da transmuralidade do infarto, do processo de cicatrização adequado, da intensidade das forças mecânicas que atuam sobre a parede ventricular.

[editar] Fatores de risco

Os fatores de risco para infarto agudo do miocárdio[4] estão associados a arterioesclerose ou doença coronariana. Os fatores de risco podem ser dividos em dois grupos:
  • Fatores que não podem ser mudados
    • Idade
      • Risco aumentado para homens acima de 45 anos;
      • Risco aumentado para mulheres acima de 55 anos (ou após a menopausa).
    • História familiar ou predisposição genética
      • Risco aumentado se pai ou um irmão for diagnosticado com DAC antes de 55 anos de idade;
      • Risco aumentado se mãe ou uma irmã for diagnosticada com DAC antes de 65 anos de idade.

[editar] Sintomas

Vista do peito mostrando as zonas de dor no infarto agudo do miocárdio (vermelho escuro= área mais típica, vermelho claro = outras áreas possíveis).
O sintoma mais importante e típico do IAM é a dor ou desconforto intenso retroesternal (atrás do osso esterno) que é muitas vezes referida como aperto, opressão, peso ou queimação, podendo irradiar-se para pescoço, mandíbula, membros superiores e dorso.
Frequentemente esses sintomas são acompanhados por náuseas, vômitos, sudorese, palidez e sensação de morte iminente. A duração é caracteristicamente superior a 20 minutos. Dor com as caraterísticas típicas, mas com duração inferior a 20 minutos sugere angina do peito, onde ainda não ocorreu a morte do músculo cardíaco.
Pacientes diabéticos, idosos e as mulheres têm maior probabilidade de apresentarem uma dor ou desconforto atípico, ou seja, com características e intensidade diferentes da descrição acima.
Vista das costas.
É possível a ocorrência de IAM sem dor. Este é o chamado infarto silencioso. Um infarto silencioso só será identificado na fase aguda se, por coincidência, um eletrocardiograma ou uma dosagem de enzimas cardíacas for feita enquanto ele ocorre.
Os achados dependerão da extensão do infarto. Na maioria das vezes os pacientes apresentam-se desconfortáveis, ansiosos, com sinais de liberação adrenérgica. Naqueles em que a área necrosada supera os 40% da massa ventricular esquerda têm alto risco de evoluírem com Insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão e choque cardiogênico.

[editar] Diagnóstico

A Organização Mundial de Saúde determina que para o diagnóstico de IAM é necessária a presença de critérios diagnósticos em três áreas:
  1. Clínica
  2. Eletrocardiográfica.
  3. Bioquímica

[editar] Exame físico

Os sinais do IAM são:
Classificação de Killip
Classificação baseada em dados clínicos que permite estudar a gravidade da insuficiência ventricular nos pacientes com IAM é bastante usada na avaliação da mortalidade em geral.

[editar] Eletrocardiograma

Alterações morfológicas
Ondas e segmentos do eletrocardiograma
Achados eletrocardiográficos são fundamentais no diagnóstico de IAM.
  • Na suboclusão é frequente a presença de onda T invertida ou depressão no ponto J.
  • Nos quadros oclusivos há supradesnivelamento do segmento ST em duas ou mais derivações contíguas e alterações difusas da repolarização. Se houver necrose pode ocorrer deflexão negativa inicial do complexo QRS e se torna progressivamente mais proeminente.
  • O eletrocardiograma inicial não é diagnóstico em 40% ou mais dos pacientes com infarto agudo, mas os achados eletrocardiográficos em sequência permanecem como os pilares do diagnóstico. Podem ocorrer infartos sem as alterações agudas ou mesmo sem nenhuma alteração. Tais casos podem ser indiagnosticáveis na fase aguda.
Localização (topografia)
A depender da região topográfica acometida, as alterações eletrocardiográficas aparecerão em derivações distintas:
  • Região septal do ventrículo esquerdo - derivações V1 a V2
  • Região anterior media do ventrículo esquerdo - derivações V2, V3, I e aVL
  • Região ântero-septal do ventrículo esquerdo - derivações V1 a V3
  • Ápice do ventrículo esquerdo - derivações de V3 a V4
  • Região ântero-apical do ventrículo esquerdo - derivações V1 a V6
  • Parede lateral do ventrículo esquerdo - derivações V5, V6 e aVL
  • Parede inferior do ventrículo esquerdo - derivações II, III e aVF
  • Anterior extenso do ventrículo esquerdo - derivações V1 a V6, I e aVL.

[editar] Enzimas cardíacas

Os marcadores de necrose miocárdica têm dupla função na avaliação do IAM, têm efeito diagnóstico e também na avaliação prognóstica. Em decorrência da isquemia prolongada a membrana celular perde sua integridade permitindo a saída para o meio extracelular de macromoléculas, possibilitando a dosagem sérica das mesmas. Dentre as mais importantes podemos citar:
  • Creatinofosfoquinase (CK) e Fração MB da Creatinofosfoquinase (CK-MB). A CK-MB é mais específica para diagnóstico de necrose miocárdica, sendo sua curva característica, obtida pela dosagem seriada, padrão para diagnóstico de IAM.
  • Troponinas T e I - não são detectadas em indivíduos normais, sendo que sua elevação, mesmo mínima, pode significar algum grau de lesão miocárdica (microinfartos). Uma dosagem negativa de troponina não afasta diagnóstico de IAM, devendo-se repetir essa avaliação após 10 a 12 horas do inicio dos sintomas.Pode se manter elevado até por 2 semanas do IAM.
  • Mioglobina – seu principal papel no diagnóstico de IAM decorre de seu valor preditivo negativo (variando de 83% a 98%), ou seja, é um bom método complementar para se afastar a presença de infarto do miocárdio quando negativo - sua curva é feita apenas nas primeiras horas de dor torácica.
  • Aspartato aminotransferase (AST) ou transaminase glutâmico-oxalacética (GOT ou TGO) - muito útil para o diagnóstico e acompanhamento do IAM juntamente com a dosagem da creatina quinase (CK) e da desidrogenase láctica (LDH). AST está ligada à necrose de células miocárdicas e sua elevação é geralmente moderada raramente chegando a atingir 10 vezes o limite superior normal. Os níveis de AST aumentam dentro de 6 a 10 horas após o infarto, atingindo um valor máximo em 12 a 48 horas, voltando aos níveis normais em 3 a 4 dias, se não ocorrer novo infarto. No entanto, a AST é muito menos específica do que a CK-MB para o diagnóstico do infarto do miocárdio.
  • Desidrogenase láctica (LDH) - também é usada como marcador de IAM. Níveis elevados são observados na maioria dos pacientes com IAM, embora o grau de elevação não seja tão grande como o da CK, ele persiste por 10 a 14 dias.
Na prática clínica são utilizados as troponinas e a CK-MB nas 12 primeiras horas para diagnóstico e avaliação de pacientes com suspeita de síndromes coronariana agudas e o acompanhamento da curva de CK-MB nos paciente com diagnóstico de infarto.

[editar] Ecocardiograma

Corte 4 câmaras em ecocardiografia
A ecocardiografia frequentemente evidencia comprometimento miocárdico segmentar, ou seja um segmento do coração não contraindo devidamente. O ecocardiograma com Doppler obtido na beira do leito em pacientes com diagnóstico ou suspeita de infarto agudo do miocárdio tornou-se procedimento rotineiro de grande utilidade em centros que dispõem desta facilidade. Na emergência o método presta-se, de início, ao diagnóstico diferencial da dor torácica, afastando a possibilidade de outras patologias como estenose aórtica, hipertensão pulmonar aguda, prolapso da valva mitral, pericardites com derrames, entre outras. O Ecocardiograma é ainda mais relevante nos casos de IAM complicados com insuficiência cardíaca ou choque cardiogênico, por permitir identificar as causas destas complicações e acompanhar sua evolução.

[editar] Angiografia

Angiograma das artérias coronárias.
A angiografia é um exame bastante útil para visualização direta de vasos acometidos. Permite visualizar a artéria (ou as artérias) ocluída e o grau de oclusão. Este grau de oclusão é expresso por porcentagem de estenose, que é feito pela comparação do segmento mais estreitado com o segmento distal ou proximal de espessura normal.
Um estreitamento maior que 70% do diâmetro é considerado significante. Estreitamentos menores do que este grau não costumam provocar alterações importantes no fluxo coronário, não sendo prováveis causas do infarto. O procedimento costuma ser seguro, mas está sujeito a sérias complicações. É exame imprescindível quando se tentará restituir o fluxo de sangue a área de infarto, seja por Angioplastia, seja por Cirurgia. Não é feito apenas quando o risco de sua realização é maior que o possível benefício que traria.

[editar] Complicações

O infarto é um processo de necrose, morte celular. Imediatamente após sua ocorrência se inicia o processo de cicatrização local e readaptação do miocárdio restante as necessidades do corpo. Se não surgirem complicações, após alguns meses o processo cicatricial estará completo.
  • Podem, no entretanto, ocorrer outras doenças decorrentes do infarto. São as chamadas complicações pós infarto.
  • Sua gravidade se encontra dentro de uma faixa bem ampla de possibilidades, desde a morte súbita ou incapacidade permanente, até a ausência total de consequências para a vida futura do infartado.
São complicações possíveis:

[editar] Tratamento

[editar] Tratamento

Devem-se levar em conta as características da dor, os antecedentes de doença cardiovascular, idade e fatores de risco na determinação da conduta inicial do paciente ao serviço médico. Com base nessa clínica, no ECG e nos marcadores séricos de necrose, obtém-se a estratificação inicial do risco para óbito ou IAM. Medidas básicas iniciais devem incluir: obtenção dos sinais vitais, oxigenação por cateter ou máscara, obtenção de acesso venoso, monitorização do risco cardíaco e saturação de O2, administração de 200 mg de aspirina por via oral, nitrato sublingual 5 mg, obtenção de ECG, administração endovenosa de morfina em situações de dor intensa sem melhora com nitrato. Pacientes candidatos a terapêutico para recanalização coronariana, farmacológica ou mecânica são aqueles em que o ECG mostra-se supradesnivelamento do segmento ST que não reverte após a administração de nitrato ou com bloqueio completo de ramo esquerdo novo. Paciente de alto risco para IAM, que devem ser encaminhado para Centros de Terapia Intensiva, são aqueles cujo ECG se mostra com um infradesnivelamento do segmento ST além de 1 mm ou ondas T invertidas com alta voltagem em múltiplas derivações. Alternativa para esses paciente é o uso de drogas endovenosas para estabilização de quadro clínico e o estudo cinecoronariográfico precoce em até 24 horas (imediatamente em casos refratário a medicação inicial). O tratamento farmacológico se faz com várias drogas atuantes em diferentes mecanismos da doença. Dentre os antiplaquetários podemos destacar a Aspirina (ação por inibição da ciclo-oxigenase no metabolismo do ácido aracdônico), os derivados tienopiridínico (antagonistas da ativação plaquetária mediada pelo ADP, clopidrogel, ticlopidina) e os antagonista dos receptores glicoproteicos IIb-IIIa (abciximab). Dezenas de estudos já comprovaram os efeitos benéficos da aspirina como conduta inicial, correlacionada com o menor grau de mortalidade, associada ou não a estreptoquinase.
Outra classe de medicamento útil no IAM são os antitrombínicos que têm ação sinérgica com os antiplaquetários. Podemos destacar as heparinas que atuam acelerando a ação da antitrombina circulantes, precipitando a inibição da trombina IIa e dos fatores IX e Xá. Medicamentos anti-isquêmicos têm função importantíssima no controle da sintomatologia do paciente. Os Nitratos têm seus efeitos benéficos através da redução da pré-carga e pós-carga, diminuindo o consumo de oxigênio, atuam também por diminuição do vasoespasmo coronariano e tem potencial inibição da agregação plaquetária. Os Betabloqueadores diminuem o consumo de oxigênio pelo miocárdio, controlando a frequência cardíaca e a pressão arterial, reduzindo a contratilidade. Podemos destacar metoprolol, propranolol. As contra indicações do seu uso é o broncoespasmo, hipotensão, bradiarritmias e insuficiência ventricular esquerda. Também são medicamentos bastante estudados em pesquisas multicêntrincas, que determinaram uma diminuição significativa em casos de infarto e óbito.
Antagonistas dos canais de cálcio atuam bloqueando a entrada de cálcio nas fibras miocárdicas, reduzindo a contratilidade e, consequentemente o consumo de oxigênio, atuam também nas paredes de vasos promovendo a vasodilatação e melhorando o fluxo coronariano para áreas isquêmicas. Inibidores da Enzima convertora da Angiotensina (iECA) têm se mostrado benéfico na prevenção de óbito, infarto e AVC em pacientes com doenças ateroscleróticas prévias com comprometimento coronariano. Também se beneficiam os portadores de cardiopatia isquêmica na medida em que controlam a hipertensão arterial, e são essenciais no tratamento da insuficiência cardíaca.4 Três estudos multicêntricos conseguiram demonstrar os benefícios dos iECA na prevenção da mortalidade a curto prazo.

[editar] Tratamento de reperfusão

É importante salientar que o tratamento do paciente com IAM já instalado baseia-se na reperfusão cardíaca precoce e restabelecimento da vitalidade das artérias coronarianas. Nesta etapa o tratamento é múltiplo e com abordagem farmacológica e cirúrgica.
Os trombolíticos devem ser usados precocemente, até 6 a 12 horas do início da sintomatologia, com cuidado para as contra-indicações absolutas: AVC hemorrágico prévio, neoplasia intracraniana conhecida, sangramento interno e suspeita de dissecção de aorta. Cuidado também para com os pacientes de idade acima de 75 anos pelo aumento de risco de AVC. Atualmente na prática clínica existem duas drogas trombolíticas para uso de rotina, a estreptoquinase e ativador tecidual de plasminogênio (t-PA).
Uma vantagem da estreptoquinase é seu baixo custo. Deve-se evitar nova administração desse trombolítico por pelo menos 2 anos devido a chance de alergia, não se associa a heparina de rotina devido ao risco aumentado de sangramentos.
Os t-PA devem ser usados em infusão acelerada e combinada com heparinização plena, é o trombolítico mais eficaz para recanalização coronária precoce, obtém-se maior patência do vaso em curto período de tempo. Seus custos ultrapassam bastante aos da estreptoquinase e com riscos ligeiramente maiores para hemorragia intracraniana.
Angioplastia por balão
Outra abordagem no paciente com IAM é a angioplastia primária, realizada entre 6 a 12 horas de início dos sintomas. Essa terapêutica é uma alternativa ao tratamento com trombolíticos para reperfusão imediata do miocárdio isquêmico. A taxa de abertura da artéria ocluída é significantemente maior com a angioplastia primária do que com trombolítico. No entanto, a tradução dessa vantagem em benefício clínico não tem mesma magnitude. Importantes estudos revelam que pacientes tratados com angioplastia primária têm menos incidência de morte, reinfarto e doença cerebrovascular agudas aos 30 dias do infarto, mas que em 6 meses a 1 ano essa vantagem desaparece.
Contudo, mesmo no pior quadro, a angioplastia primária é no mínimo equivalente à terapia trombolítica e pode ser indicada formalmente se o paciente tem contra-indicação a esta última.
A vantagem da angioplastia em relação a terapia trombolítica são:
  • Patência arterial precoce superior a 90%
  • Melhor manutenção de fluxo coronariano pleno.
  • Menor lesão de reperfusão
  • Melhora da função ventricular
  • Redução da mortalidade no choque cardiogênico
  • Redução das taxas de reoclusão, reinfarto e mortalidade hospitalar.
  • Menores taxas de mortalidade, de eventos isquêmicos e de insuficiência cardíaca em longo prazo.
  • Menor risco de sangramento e AVC.
A angioplastia de salvamento é recomendada nos casos de insucesso do tratamento trombolítico, caracterizado principalmente como persistência do supradesnivelamento de ST e/ou da dor precordial. O advento dos stents e o uso de potentes antiplaquetários têm contribuído para um sucesso ainda maior da angioplastia. Estudos comparativos demonstraram as vantagens do tratamento angioplástico em relação ao trombolíticos, em se tratando de morte por reinfarto, proporcionando melhor conforto e estabilidade ao paciente.

[editar] Reperfusão coronária

Tratamento que visam recuperar a circulação (reperfusão) até 6 horas após a oclusão permitem o salvamento das células sob risco que ainda não necrosaram. Como o processo é contínuo, quanto mais precoce a intervenção, mais músculo é salvo no final do processo.
Por outro lado, a reperfusão acelera a necrose daquelas células que apresentam lesões irreversíveis, porém não parece acrescentar riscos adicionais àquelas com lesões reversíveis.
A reperfusão instabiliza ainda mais o coração, mas suas complicações são tratáveis em Unidades de Terapia Intensiva especiais, as (Unidades coronarianas).
São riscos da reperfusão:
  • Lesão celular letal em células ainda viáveis.
  • Lesão vascular pelo fenômeno de no-reflow e perda da reserva vasodilatadora
  • Miocárdio atordoado, que é uma prolongada disfunção contrátil pós-isquêmica.
  • Arritmia de reperfusão, associada a sobrecarga de influxo de cálcio celular no tecido necrótico e à produção de radicais livres

[editar] Prognóstico

O prognóstico, ou seja, a previsão de evolução, será tanto mais favorável quanto menor a área de infarto e mais precoce o seu tratamento.

[editar] Prevenção

A prevenção do infarto do coração passa pela promoção da saúde e pela prevenção de doenças relacionadas como a apneia do sono, a arterioesclerose, o diabetes, a dislipidemia e a hipertensão arterial.

Referências

  1. Erhardt L, Herlitz J, Bossaert L, et al.. (2002). "Task force on the management of chest pain" (PDF). Eur. Heart J. 23 (15): 1153–76. DOI:10.1053/euhj.2002.3194. PMID 12206127.
  2. Routine use of oxygen in the treatment of myocardial infarction: systematic review -- Wijesinghe et al. 95 (3): 198 -- Heart.
  3. Heart Attack. National Heart Lung and Blood Institute (EUA). 2008. Heart Attack
  4. Infarto Agudo do Miocárdio. Portal Banco de Saúde. Infarto Agudo do Miocardio: Guia 2008
  5. Ronco e apneia do sono

Enzimas cardíacas (exames laboratoriais)

http://portaldocoracao.uol.com.br/exames/enzimas-cardiacas-exames-laboratoriais

Qui, 11 de Março de 2010 21:00

Enzimas cardíacas (exames laboratoriais)

As enzimas cardíacas, também chamadas de marcadores de necrose miocárdica (sinalizam a morte de células do músculo cardíaco ), são elementos indispensáveis para o diagnóstico definitivo do infarto do miocárdio, também chamado de infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco). As enzimas cardíacas costumam ser solicitadas em pacientes cujos sintomas (o principal deles é a dor torácica de início recente), o eletrocardiograma ou outro elemento clínico, levantem a suspeita de um infarto do miocárdio.As enzimas cardíacas devem sempre ser solicitadas em ambiente hospitalar, com o paciente internado ou em observação. Estas dosagens não necessitam de jejum. O infarto do miocárdio pode cursar com um eletrocardiograma normal ou inespecífico (sem alterações sugestivas da doença) , no entanto, a elevação das enzimas cardíacas é obrigatória para esse diagnóstico. No entanto, como essas enzimas costumam se elevar após algumas horas do início do quadro, os pacientes com dor torácica e eletrocardiograma típico de infarto do miocárdio devem ser encaminhados imediatamente para alguma terapia visando abrir a artéria obstruída (angioplastia coronariana ou o uso de trombolíticos - medicamentos que dissolvem coágulos sanguíneos ). As enzimas cardíacas costumam ser dosadas de forma seriada, ou seja , no momento da internação e dentro de alguns intervalos, estabelecidos de acordo com o quadro clínico de cada paciente. Enzimas cardíiacas: - Creatinofosfoquinase (CPK) fração MB: É a chamada CPK-MB massa .Esta enzima eleva-se no sangue entre 3 e 6 horas após o início dos sintomas de infarto do miocárdio, com um pico de elevação entre 16 e 24 horas, normalizando-se entre 48 e 72 horas.Essa normalização costuma ser um dos critérios para alta do paciente da unidade de terapia intensiva. A CPK-MB massa apresenta sensibilidade diagnóstica (capacidade de identificar o infarto do miocárdio) de 50% em três horas após o início dos sintomas e de 80% cerca de 6 horas após. - Mioglobina : É uma enzima cardíaca cujos valores de referência variam com a idade, sexo e raça. Esta enzima é liberada rapidamente pelo miocárdio lesado, começando a elevar-se entre 1 e 2 horas após o início dos sintomas de infarto do miocárdio, com um pico de elevação entre 6 e 9 horas e normalização entre 12 e 24 horas. Embora pouco específica pelo seu elevado valor preditivo negativo (o qual varia de 83% a 98% ), é excelente para afastar o diagnóstico de infarto do miocárdio .A sua elevação não confirma o diagnóstico de infarto do miocárdio, mas quando o seu valor é normal, praticamente afasta o diagnóstico da doença. - Troponinas : São enzimas que estão presentes no sangue sob três formas de apresentação ( troponina C ou TnC, a troponina I ou TnI e a troponina T ou TnT). Estas enzimas se elevam-se entre 4 e 8 horas após o início dos sintomas, com pico de elevação entre 36 e 72 horas e normalização entre 5 e 14 dias. Apresentam a mesma sensibilidade diagnóstica da CK-MB entre 12 e 48 horas após o início dos sintomas do infarto do miocárdio, mas na presença de portadores de doenças que diminuem a especificidade da enzima CPK-MB , elas são indispensáveis. Embora consideradas específicas para o miocárdio, resultados falso positivos das troponinas, ou seja, que não são causados pelo infarto do miocárdio ou outras doenças que afetem o musculo cardáiaco, foram observados por causa da presença de fibrina no soro ou por uma reação cruzada com anticorpos humanos. Matéria lida por 20277 internautas

Friday, March 6, 2009

How to mix antibiotics into an a IV set up in nursing

This nursing how-to video demonstrates a Med-Advantage anitbiotic setup. This is a setup of a packaged IV with antibiotics. Follow along as Maria Cataldo, RN, shows you the proper technique for mixing the antibiotics for an IV. Practice this nursing technique in your labs.
http://www.wonderhowto.com/how-to/video/how-to-mix-antibiotics-into-an-a-iv-set-up-in-nursing-259940/

Tuesday, November 11, 2008

THE PHOBIA LIST

http://phobialist.com/

Introduction to HIV/AIDS: What You Need to Know

Becky Kuhn, M.D., co-founder of Global Lifeworks, covers critical basic information about HIV and AIDS. HIV is a virus that causes the disease AIDS, which can be fatal. There are treatments but no cure. HIV is spread by contact between body fluids (blood, semen, vaginal fluids, and breast milk) and mucous membranes (eyes, nose, mouth, and genitals). It is spread by sexual contact, injection drugs users sharing needles, from mother to child during childbirth or nursing, and (early on during the epidemic) by receiving blood transfusions. You can reduce your risk by abstaining from sex before marriage, being faithful to a single partner and using a condom and/or dental dam if you are sexually active, and by never injecting drugs or by never sharing needles if you do. It can take up to six months after exposure to HIV for a person to test HIV positive; even before they test HIV postive, the infected person can spread the disease to others. A doctor can prescribe antiretroviral (ARV) drugs to prevent HIV from progressing to clinical AIDS. It is critical to take every ARV dose on schedule to avoid developing a resistant strain of HIV. If a person is HIV positive, they still need to practice safer sex to avoid spreading HIV to others and to avoid contracting a different, resistant strain of HIV. This video refutes misinformation from the "Lee Evans HIV Tests" video.
Visit
http://www.AIDSvideos.org to learn more about Dr. Kuhn's outreach.
Visit http://www.GlobalLifeworks.org and http://AIDSvideos.org
to learn more. [Do you want to help prevent the spread of HIV/AIDS? Are you fluent in a language other than English? Then volunteer to translate this video into another language! Click http://AIDSvideos.org/translate.shtml to learn how you can help!!!]

Did I Just Contract HIV? Symptoms of Primary HIV Infection

It's sometimes possible to recognize when you've recently contracted HIV from signs and symptoms such as fever, rash, or swollen lymph nodes. This video will teach you how to recognize signs and symptoms of primary HIV infection that are experienced by between 40 and 90% of individuals after they are first infected with HIV. Primary HIV infection occurs during the first few weeks or months after a person first becomes infected with HIV. Symptoms include rash and/or fevers, possibly in combination with one or more of the following symptoms: malaise (which is a general feeling of weakness, discomfort, and fatigue), loss of appetite, weight loss, a sore throat, sores in the mouth, joint or muscle pain, swollen lymph nodes, diarrhea, fatigue, night sweats, nausea and vomiting, headache, or genital sores. The symptoms usually last from seven to ten days, and rarely more than two weeks. There is an incubation period of a few days to a few weeks between when the person was exposed to HIV and when the symptoms begin. If you have any of these symptoms and think there's even the slightest chance you might have been exposed to HIV, such as through recent sexual activity or sharing a needle, even with someone who you believe is HIV negative, you should see a doctor and ask to be tested for HIV. When you go to the doctor with any of these symptoms, it's very important to mention any risk factors you may have for HIV so they could test you. If you have ever had unprotected sex, even once, have used injection drugs, or think you might be experiencing primary HIV infection, make sure to tell your doctor. Visit http://www.GlobalLifeworks.org and http://AIDSvideos.org to learn more. [Do you want to help prevent the spread of HIV/AIDS? Are you fluent in a language other than English? Then volunteer to translate this video into another language! Click http://AIDSvideos.org/translate.shtml to to learn how you can help!!!]

HIV Replication 3D Medical Animation

Targeting HIV replication

The replication of HIV 1 is a multi-stage process.

Each step is crucial to successful replication and is therefore a potential target of antiretroviral drugs.

Step one is the infection of a suitable host-cell, such as a CD4-positive T-lymphocyte.

Entry of HIV into the cell requires the presence of certain receptors on the cell surface, CD4 -- receptors and co-receptors such as CCR5 or CXCR4.

These receptors interact with protein-complexes, which are embedded in the viral envelope.

These complexes are composed of two glycoproteins:

an extracellular gp 120 and
a transmembrane gp 41

When HIV approaches the target cell gp120 binds to the CD4-receptors. This process is termed attachment.

It promotes further binding to a co-receptor. Co-receptor binding results in a conformational change in gp120.

This allows gp41 to unfold and insert its hydrophobic terminus into the cell membrane.

Gp 41 then folds back on itself.

This draws the virus towards the cell and facilitates the fusion of their membranes.

The viral nucleocapsid enters the host cell and breaks open releasing two viral RNA-strands and 3 essential replication enzymes:

Integrase, Protease and Reverse Transcriptase.

Reverse Transcriptase begins the reverse transcription of viral RNA.

It has two catalytic domains:

The Ribonuclease-H active site

And the polymerase active site

Here single stranded viral RNA is transcribed into an RNA-DNA double helix. Ribonuclease- H breaks down the RNA.

The polymerase then completes the remaining DNA-strand to form a DNA -- double helix.

Now Integrase goes into action.

It cleaves a dinucleotide from each 3-prime end of the DNA creating two sticky ends.

Integrase then transfers the DNA into the cell nucleus and facilitates its integration into the host cell genome.

The host cell genome now contains the genetic information of HIV.

Activation of the cell induces transcription of proviral DNA into messenger RNA.

The viral messenger RNA migrates into the cytoplasm where building blocks for a new virus are synthesised.

Some of them have to be processed by the viral protease.

Protease cleaves longer proteins into smaller core proteins.

This step is crucial to create an infectious virus.

Two viral RNA-strands and the replication enzymes then come together and core proteins assemble around them forming the capsid.

This immature particle leaves the cell acquiring a new envelope of host and viral proteins.

The virus matures and becomes ready to infect other cells.

HIV replicates billions of times per day destroying the hosts` immune cells and eventually causing disease progression.

Drugs which interfere with the key steps of viral replication can stop this fatal process.

Entry into the host cell can be blocked by fusion inhibitors for example.

Inhibition of reverse transcriptase by nucleoside inhibitors or by non-nucleoside Reverse Transcriptase- inhibitors is part of standard antiretroviral regimens.

The action of Integrase can be blocked.

Protease inhibitors are also part of standard antiretroviral therapy.

Each blocked step in viral replication is a step towards better control of HIV disease.


Script, Storyboard, Art Direction by: Frank Schauder, MD
Animation: MACKEVISION
Publicity: Dr.Rufus Rajadurai.MD.,D.DENS.,
Category: Education


Sunday, October 19, 2008

Primeiros Socorros

http://www.geocities.com/collegePark/Lab/2406/socorros.htm

Salvar uma vida

Os Primeiros Socorros protegem a vítima contra maiores danos, até a chegada de um profissional de saúde especializado. Como?

Mantendo a respiração
Mantendo a circulação
Cessando hemorragias
Impedindo o agravamento da lesão
Prevenindo o estado de choque
Protegendo as áreas queimadas
Mantendo as áreas com suspeitas de fratura ou luxação protegidas e imobilizadas
Transportando cuidadosamente
E mais:
Inspire Confiança - ao abordar a vítima, fale sempre com segurança, observando seu estado de consciência. E não faça nada mais do que o rigorosamente o essencial para controlar a situação até a chegada do socorro qualificado.
Se a vítima estiver consciente, perguntar seguidamente: NOME, DIA, ENDEREÇO, etc. Caso comece a trocar idéias ou não se lembrar, observar e removê-la o mais rápido possível para socorro especializado. Caso a vítima tenha sede, não oferecer líquidos para beber, apenas molhar a boca com gaze úmida.
NUNCA DÊ BEBIDA ALCOÓLICA.

Escolha os Temas:

Hemorragia - Torniquetes
Método de Respiração
Hemorragia Interna - dos Pulmões - do Estômago
Parada do Coração - Massagem Cardíaca
Ferimentos Superficiais e Profundos - no Abdômen,Tórax
Envenenamentos - Picadas de Cobras
Ferimentos na cabeça - Bandagens - Contusões
Mordidas de Animais - Picadas de Insetos - Lesões na coluna
Estado de Choque
Fraturas - Luxações - Insolação - Internação
Desmaio - Queimaduras
Acidentes pelo Frio - Convulsões - Perturbação mental - Ataque Cardíaco
Queimaduras Térmicas e Químicas
Corpos Estranhos - Dor de Ouvido e dente - Parto
Queimaduras nos Olhos - Parada Respiratória
Transporte de Acidentados
Métodos de Respiração de Socorro
Cuidados com um doente em casa


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Cuidados com um Doente em Casa

http://www.geocities.com/collegePark/Lab/2406/cuidados.htm

Cuidados com um Doente em Casa

Nem sempre um doente acamado é tratado em hospital. Por força da natureza da doença, do local de residência, da decisão do médico ou da dificuldade financeira, um doente pode ficar vários dias acamado em casa.

Se for esse seu caso, eis alguns conselhos sobre como adaptar a rotina da casa à emergência de ter de tratar de um doente:

1.Anote o telefone do médico e outros que sejam úteis.
2.Ponha um amigo ou vizinho a par do problema.
3.Dê ao doente o melhor quarto da casa: limpo, arejado, iluminado e préximo ao banheiro, se possível.
4.Troque lençóis e cobertas diariamente ou sempre que estejam sujos.
5.Tome a temperatura, veja o pulso e a respiração, dê remédios - tudo nas horas determinadas pelo médico. Anote.
6.Mantenha remédios fora do alcance do doente e das crianças.
7.Evite visitas e conversas demoradas com o doente, para não cansá-lo.
8.Zele pela higiene do doente, do quarto e de quem lida com o enfermo.
9.Solicite orientação médica quanto à ingestão de líquidos e dieta.

HIGIENE
Lave as mãos ANTES E DEPOIS de cuidar do doente. Ensaboe, friccione, enxagüe. Esfregue álcool ou água de colônia após lavar.

Limpe o termômetro com água e sabão após o uso, principalmente se tomar a temperatura na boca ou no reto. Separe pratos e talheres de doentes com doenças contagiosas.

TEMPERATURA
Verifique se o termômetro está marcando 35 graus ou menos. Coloque o termômetro na axila, na boca ou no reto e espere de 3 a 5 minutos. Leia a temperatura e anote. Em caso de dúvida, repita a operação.

PULSO
O braço e a mão do doente devem estar em repouso sobre a cama ou a mesa. Coloque seu indicador e dedo médio no pulso do doente, no lado correspondente ao polegar. Nunca use seu próprio polegar para contar as pulsações. Conte durante 1 minuto. Confira, se necessário. Anote.

RESPIRAÇÃO

Observe a respiração do doente sem que ele perceba. Aproveite a hora de tomar o pulso. Veja os movimentos elevatórios do peito ou do abdome. Verifique se a respiração é regular ou irregular, profunda ou curta. Conte por 1 minuto. Anote.

BANHO NO LEITO

Remova as roupas de cama e do doente. Coloque um plástico coberto por uma toalha seca por baixo do enfermo e da parte a ser lavada. Cubra o resto do corpo do paciente com um cobertor. Ponha uma bacia de água morna junto à cama. Esfregue o corpo do paciente com água morna e sabonete, usando para isso uma toalha ou uma esponja. Remova todo o sabão, enxagüe bem e cubra imediatamente. Troque a água da bacia várias vezes e não deixe que fique fria. Lave da cabeça para os pés (os pés podem ser colocados dentro da bacia).

POSIÇÃO CONFORTÁVEL

Mude de posição do leito, sentar e andar, quando possível evita deformidades e pressões anormais que podem causar irritações ou ferimentos (escaras); preserva a força e a flexibilidade dos músculos; retarda a fadiga ao leito. Ponha travesseiros, lençóis dobrados ou qualquer outro apoio sob a cabeça, para descansar os braços, por baixo dos joelhos e nos pés. Um bom descanso para os pés consiste em colocar uma meia enrolada formando um apoio redondo para a base do calcanhar. Quando o doente se deitar de lado, ponha um travesseiro entre as suas pernas e também como apoio das costas. Se quiser ou puder ficar na posição meio sentado, providencie apoio para suas costas.

REGISTRO E ANOTAÇÕES

Após tomar as providências de emergência e logo que o tempo o permita, o socorrista deverá anotar os seguintes dados:
Identidade da vítima (nome, sexo, idade, residência, local de trabalho etc.)
Nome das pessoas que a vítima gostaria que fossem notificadas (inclusive para assistência religiosa)
Descrição da ocorrência
Medidas especiais de socorro de emergência que foram tomadas: respiração boca-a-boca, administração de líquidos, aplicação de torniquetes etc.
Qualquer doença ou incapacidade existentes antes do acidente ou da enfermidade (diabetes, males cardíacos, alergia etc) que lhe tenha chegado ao conhecimento

LISTA DE SUPRIMENTOS DE URGÊNCIA

Tenha sempre em casa ou no seu automóvel uma caixa de primeiros socorros. Eis alguns suprimentos necessários:

1.Compressas de gaze esterilizada de 7,5 x 7,5 cm embrulhadas separadamente
2.Rolos de ataduras de gaze (em 3 tamanhos)
3.Gaze, tipo chumaço, para olhos
4.Caixa de curativo adesivo
5.Cotonetes
6.Rolo de esparadrapo de 2,5 cm
7.Pacote de algodão absorvente
8.Pomada contra irritação da pele
9.Vidro de álcool
10.Vidro de água oxigenada
11.Tubo de vaselina esterilizada
12.Sal de mesa (pequeno pacote)
13.Tesoura
14.Termômetro
15.Bolsa de água quente
16.Bolsa de gelo
17.Sacos de plástico
18.Caixa de fósforo
19.Lanterna elétrica
20.Conta gotas
21.Alfinetes de fralda
22.Colhere de plástico
23.Fisioex ou similar
24.Um vidro de 50cc de solução anti-séptica

Os materiais relacionados poderão ser enrolados em papel impermeável e colocados numa caixa de fácil transporte.

Esses materiais poderão ser guardados em casa, num local de fácil acesso, ou levados em excursões.

Em qualquer situação de emergência, jornais limpos são bom material para forrar chão e superfícies. Espalhe os jornais em volta e sob a vítima, a fim de auxiliar e evitar a contaminação.

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Manual de cuidados domiciliares na terceira idade

Introdução
O número de idosos vem crescendo rapidamente. Segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 1950 e 2025 a população de idosos do Brasil crescerá 16 vezes, o que nos colocará , em termos absolutos, com a sexta população de idosos do mundo, isto é, com mais de 32 milhões de pessoas com mais de 60 anos.
Este crescimento acelerado é fenômeno mundial, e o Brasil em particular, é um país "jovem de cabelos brancos". Mas mesmos nos ditos países desenvolvidos, a sociedade ainda mostra-se ineficiente para proporcionar cuidados adequados aos cidadãos deste grupo etário. Um exemplo recente foi a constatação, pelo próprio Ministério da Saúde francês, da morte de 11.000 idosos em uma onda de calor no último verão.
A Política Nacional de Saúde do Idoso, aprovada em dezembro de 1999, tem como princípio que “a família, a sociedade e o Estado têm o dever de assegurar ao idoso todos os direitos da cidadania, garantindo sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade, bem-estar e direito à vida” (cap II seção I art 3° ). Preconiza, entre outras coisas, o apoio ao desenvolvimento de cuidados informais, com objetivo de manter sempre que possível, o idoso na comunidade, junto à sua família, da forma mais digna e confortável possível. Nesta mesma linha de pensamento, foi aprovado recentemente no Congresso Nacional (outubro de 2003) o Estatuto do Idoso, um conjunto de leis visando aperfeiçoar o usufruto dos direitos por este grupo crescente de cidadãos.
Este manual vem de encontro às diretrizes da Política Nacional de Saúde do idoso e às necessidades de cuidadores profissionais e familiares. Tem como objetivos estimular a parceria de familiares, profissionais e sua interação com o sistema de saúde, e oferecer apoio aos cuidadores informais, melhorando a qualidade de vida e de assistência do cidadão idoso.
Que este possa ser o início de uma longa caminhada, e que possamos juntos, “acrescentar vida aos anos, e não só anos a vida”.

Sumário:
Introdução
Cuidador...Cuidar...Cuidando...
Alterações comuns no envelhecimento
Doenças mais comuns no envelhecimento
Prevenção na terceira idade
Cuidados de Enfermagem
Banho
Banho no leito
Higiene íntima
Escaras
Cuidados com pacientes inconscientes
Cuidados com traqueostomia
Aspiração traqueal
Uripen e sonda vesical de demora
Treinamento de cólon
Cuidados com ostomia
Cuidados na Saúde Bucal
Cuidados na Nutrição
Alimentação saudável
Pirâmide dos alimentos
Dicas Importantes
Terapia nutricional nas doenças
Dieta baixa em colesterol
Dieta rica em fibras
Dieta sem sacarose (açúcar)
Dieta hipossódica (com pouco sal)
Dieta rica em cálcio
Dieta para diarréia
Orientação alimentar para aliviar alguns sintomas
Náuseas e vômitos
Disfagia (dificuldade para deglutir)
Nutrientes importantes após os 60 anos
Alimentação enteral (por sonda)
Técnicas de preparo e higienização
Cuidados de Fisioterapia
Posicionamento no leito
Exercícios
Transferências
Exercícios respiratórios
Adaptações ambientais
Estimulação sensorial
Exercícios para paralisia facial e dificuldade de engolir
Cuidados na Terapia Ocupacional
Com que roupa fica mais fácil?
Proteger o paciente
É preciso mantê-lo ocupado
Comunicação
Pós derrame
Na demência
Dificuldades de memória
Auxílios externos de memória e organização
Agenda
Plano
Lista de Tarefa
Cuidados com a medicação
Cuidados nos aspectos psicológicos
Reconhecendo o fim
Cuidando do cuidador
Orientações sociais ao idoso e seus familiares/cuidador
Rede de apoio social
Região Leste
Região Noroeste
Região Norte
Região Sudoeste
Região Sul
Centros de Saúde
Grupo de Trabalho
Agradecimentos
Bibliografia

Para acessar esses temas, ir no Site:

http://www.campinas.sp.gov.br/saude/programas/protocolos/man_cuid_idosos/sumario.htm

Banho no leito

http://www.campinas.sp.gov.br/saude/programas/protocolos/man_cuid_idosos/banho_leito.htm

Manual de cuidados domiciliares na terceira idadeGuia prático para cuidadores informais
Cuidados de Enfermagem

Banho no leito

O banho de chuveiro é o ideal mas, caso haja dificuldades (ou impossibilidade) de o paciente sair da cama, pode ser intercalado, ou mesmo substituído pelo banho no leito.
Caso o paciente seja muito pesado ou sinta muita dor na mudança de posição deve-se contar, sempre que possível, com a ajuda de outra pessoa. Isto evita acidentes, previne o cansaço excessivo do cuidador e proporciona maior segurança para o paciente.
Material necessário para o banho: comadre, bacia, água morna, sabonete, toalha, luvas, escova de dente, lençóis, forro, plástico e roupas.
A higiene deve sempre ser iniciada pela seqüência cabeça – pés. Primeiro os olhos, rosto, orelhas e pescoço. Lavar os braços, tórax e a barriga secando-os e cobrindo-os. Na região sob as mamas das mulheres, enxugar bem para evitar assaduras e micose. Em seguida, passa-se para as pernas secando-as e cobrindo-as.
Durante o banho colocar forro plástico e apoiar a bacia com água morna sobre a cama.
Lavar os pés com água e sabonete realizando a higiene entre os dedos. As costas devem ser lavadas, secas e massageadas com óleo ou cremes hidratantes para ativar a circulação.
A higiene nas regiões genito-urinário e anal deve acontecer diariamente e após cada eliminação evitando assim umidade e assaduras.
Você pode comprar, ou mesmo improvisar acessórios que facilitem a higiene no leito.
O momento do banho é importante para observar e avaliar a integridade da pele, dos cabelos, unhas e da higiene oral. A análise cuidadosa da pele e a avaliação de aspectos como cor, temperatura, hidratação, inchaço e vermelhidão podem ser os primeiros sinais indicativos do aparecimento de escaras.




BUBA
Category: Education

Aula prática


AULA PRATICA 2


kit banho no leito segmed video 2


kit banho no leito clip lavagem msc relax

ENEMA

http://www.yourcolonic.com/colonic.htm


"Ver a continuacao no site" http://www.yourcolonic.com/colonic.htm

What is an Enema?
An enema is a procedure for introducing fluid into the rectum and colon for cleansing purposes or to relieve constipation.
http://www.yourcolonic.com/Colon%20Hydotherapy.htm
What is Colonic Hydrotherapy What is an Enema Religious References Is it Dangerous?
Colon hydrotherapy, also known as colonic irrigation, is an alternative medical procedure, sometimes associated with naturopathy. Similar to an enema, it involves the introduction of discrete amounts of purified water, sometimes infused with minerals or other materials, such as organic coffee, into the colon using medically approved class II colon hydrotherapy devices with sanitary, disposable speculums or gravity-fed enema-like systems inserted into the rectum. The fluid is released after a short period, and the process will be repeated multiple times during the course of a treatment. A colema is a type of colon hydrotherapy performed by oneself using a bucket with an attached hose, while lying on a board positioned over a toilet, into which the contents of enema are released.
Though colon hydrotherapy, colemas and enemas all have features in common, there are some significant differences between the modalities in terms of depth of colon cleansing, amount of water used, and the necessity for a practitioner to be present.
The practice has been known since ancient times[1] for treating constipation which was believed to have been the root of many diseases and illnesses. The first recorded reference to colon cleansing date back more than 3000 years to the Ebers papyrus, an Egyptian medical document. This document outlines bowel and colon cleansing procedures using various herbal concoctions and water, and has been carbon dated to between 1500 and 1700 B.C.
Current alternative medicine practitioners recommend it for a variety of ills stemming from accumulation of fecal matter in the large intestine, a process referred to as autointoxication (a theory no longer accepted in mainstream medicine [2] [3]). Some alternative medicine practitioners believe that autointoxication results from increased absorption of bacterial / fungal toxins as a result of an increased toxic load in the colon.
While some hydrotherapists believe colonics lead to better overall wellness, others claim it helps specific diseases, including chronic fatigue, arthritis, and sinusitis. It is also claimed to improve muscle tone in the colon, leading to stronger peristaltic contractions. There is limited scientific research to support these claims.
In the early 1980s, there were a limited number of cases of amebiasis spread by a colon therapist in Colorado who failed to maintain sanitary conditions. It is believed to be the sole documented case of colon hydrotherapy having caused a fatality. There have been reports of electrolyte imbalances in children brought on by colonics using softened water. Such imbalances can also be caused by laxative use or diarrhea.
Colonic irrigation should not be used in people with diverticulitis, ulcerative colitis, Crohn's disease, severe or internal hemorrhoids or tumors in the rectum or colon. It also should not be used soon after bowel surgery (unless directed by your health care provider). Regular treatments should be avoided by people with heart disease or kidney disease (renal insufficiency). Colonics are inappropriate for people with bowel, rectal or anal pathologies where the pathology contributes to the risk of bowel perforation.
The practice is currently only regulated in some states of the United States. Some practitioners go through a voluntary certification process, and may be members of one of the colon hydrotherapy associations worldwide, such as the International Association of Colon HydroTherapy (I-ACT). Be sure that the equipment used is sterile and that the practitioner is experienced.
The American College of Gastroenterology takes the position that in the unusual case of fecal impaction complicating chronic constipation, a 5 to 10 ounce tap water enema may be of benefit, but does not otherwise recommend its use. The orthodox medical establishment perceives colon hydrotherapy to be little more than a bowel rinse, or expensive laxative.
The typical cost for a colonic treatment is about $65 to $80 in the US.
Colonic hydrotherapy or irrigation is a gentle internal bath using warm, purified water that can help to eliminate stored fecal matter, gas, mucus and toxic substances from the colon.

Tuesday, September 30, 2008

Hutchinson-Gilford Progeria syndrome

Hutchinson-Gilford Progeria syndrome is an extremely rare genetic condition which causes physical changes that resemble greatly accelerated aging in sufferers. The disease affects between 1 in 4 million (estimated actual) and 1 in 8 million (reported) newborns. Currently, there are approximately 40-45 known cases in the world. There is no known cure. Most people with progeria die around 13 years of age.
Ashley Hegi is a 16 year old girl who lives in Canada and has Progeria. There have been many TV specials about her. Her mother has a website:

http://www.progeriaproject.com/Kids/ashley/Photos/lime.htm

Ashley is an inspiring and courageous little girl!!!